sábado, 1 de maio de 2010

Tornado warning...again!

Ontem a sirene da base tocou e corremos para o basement.
Acho que se todo final de semana vier um tornadinho, logo não sentirei mais medo.

P.S.: Esse é meu fim de semana off de maio.

domingo, 25 de abril de 2010

Tornado warning


Esse é meu fim de semana off do mês de abril. Eu queria ir ao Botanical Garden, mas a previsão era de chuva para sábado e domingo. Desisti, claro.
Resolvi então ir almoçar com duas amigas. Depois que almoçamos, fomos ao shopping. Quando estávamos dentro da Macy's anunciaram algo no auto falante. Eu estava conversando, vendo pulseiras e não prestei atenção. Uma das minhas amigas disse: "Tornado warning". Fiquei transtornada. Eu falava: "Não é possível! Você ouviu direito? Não é teste? Você está aqui há 3 semanas, existem uns testes de vez em quando, deve ser isso". Mas ela dizia que não era teste, um tornado estava se aproximando. Comecei observar o comportamento das pessoas e todos estavam meio apavorados, indo pro térreo, falando no celular. Segui para a porta e olhei para o céu. Não tive dúvidas, um tornado estava chegando. Corri para o carro, liguei o rádio e nada de informações. Liguei pra minha host, mas ela não atendeu. Não quis ligar no celular do trabalho que ela sempre carrega. Eu precisava sair de lá o mais rápido possível. Uma das minhas amigas ligou para a casa dela e ninguém sabia de nada. Ela desligou o celular e a música do rádio parou. TORNADO WARNING. Era 4:45, 5:15 o tornado chegaria e eu tinha pouco tempo. Pedi pra ninguém abrir a boca dentro do carro, não podíamos perder a entrada que pegamos pra chegar a casa da minha amiga. Pela primeira vez ignorei o fato de que todos respeitam a velocidade limite aqui nos EUA (inclusive eu), acelerei e 5:00 eu já estava na casa da minha amiga.
Minha host me ligou perguntando se eu estava no shopping. Respondi que já estava na casa da minha amiga e perguntei o que eu fazia, se ia pra casa ou esperava lá. Ela me orientou a esperar lá e após as 8:00 iríamos nos falar outra vez e aí sim decidir o que eu ia fazer.
Meu corpo todo tremia, eu estava segurando o choro, minha barriga começou a doer, meu estômago estava embrulhado e eu queria vomitar. Corri pro quarto da minha amiga (o closet dela é o lugar mais seguro da casa em caso de tornado) e lá fiquei. Ligamos a TV, entrei na internet, abri as cortinas. Eu não queria e não podia perder nada.
O tornado tinha passado pela cidade da Bruna, eu ligava no cel dela e ela não atendia. Isso aumentava ainda mais o meu desespero. Ela atendeu. Estava tudo bem.

No Missouri o estrago foi grande, o tornado já estava em Illinois, pertinho de mim. Quando chegou em Belleville (cidade em que fica minha escola) eu comecei a ficar tensa novamente. Graças a Deus o tornado desviou e não chegou onde eu estava e nem aqui na base, onde estava minha host family. Ventou muito, choveu.
Após as 8:00 minha host me ligou dizendo que eu podia voltar. Voltei rezando e cheguei bem. O vento e a chuva continuaram a noite toda. Dormi com a TV ligada no canal do tempo.
O Mississippi está em estado de alerta. Pessoas morreram, casas e igrejas desabaram. Esse tornado chegou de repente e veio cedo. Estava "pronta" pra encarar uma situação dessa nos próximos dois meses, não agora. De tudo o que já vivi por aqui, isso foi o que mais me apavorou.
Hoje estou "aproveitando" meu dia off em frente ao computador, pois tenho medo de ser surpreendida por outro tornado warning enquanto estiver na rua, já que o tempo está horrível.
Não desligo a TV e as cenas são muito tristes.
Que Deus nos proteja!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Acharam o corpo

Meninas, vocês lembram que eu contei sobre o jogador de baseball que conheci em Vegas e que um mês depois cometeu suicidio?
Pois é, ele se jogou num rio e dias depois as buscas pelo corpo foram suspensas.
Sábado uns amigos da ex namorada dele estavam pescando no mesmo rio e acharam o corpo boiando.
Ele tinha usado alguma coisa, pois um amigo contou a polícia que ele estava intoxicado no dia em que cometeu o ato.

Algumas pessoas ainda tinham esperanças de que ele fosse encontrado vivo (???).
Pelo menos agora a família tem essa certeza e poderá ter um pouco mais de paz, se é que uma mãe consegue ter paz depois de perder um filho de 21 anos de idade.


Muito triste!

sábado, 17 de abril de 2010

O cara do busão

Não posso ir pro Missouri com o carro da família, então pra chegar ao au pair meeting foi preciso pegar metrô e ônibus. Não sei como é o transporte público no resto dos EUA, mas no Missouri dá medo. E sempre um indivíduo se encanta por alguma amiga minha...
Fui com uma nova au pair brasileira. Descemos do metrô e fomos pedir informação sobre o ônibus. O motorista, sem nenhuma vergonha na cara e quase comendo a menina com os olhos, disse que nos deixaria onde quiséssemos. Até aí sem grandes problemas. O problema estava dentro do ônibus...
Um ser estranho começou a conversar conosco. Eu sempre falo que não sei falar inglês, peço desculpas e fico na minha, mas a nova au pair não sabia essa tática. Ela deu corda e, como diz uma grande amiga, o cara "garrou coleguice". Perguntou se éramos casadas, disse que tinha casa própria e que queria se casar com uma brasileira (???). Pediu nosso telefone pra nos levar ao cinema, já que ele tem desconto e paga só 5.00 (detalhe: odeio homem pão duro). Inventei mil desculpas, falei que ir ao cinema que ele tem desconto não seria viável, pois moro em outro estado, mas ele disse que viria me pegar porque tem carro. Aí expliquei que morava na base da força aérea e ele disse pra eu espera-lo do lado de fora do portão, já que não pode entrar. Quando vi que ele não tinha desconfiometro, falei que não tinha cel e que não podia dar o tel da casa da minha host family, pra ele me passar o tel dele. Ele passou. Meu cel tocou. Mas nem assim ele desistiu da conversa. Esse sujeito me aborreceu tanto, que ignorei a existência dele virei o rosto pro outro lado e "segui viagem".

Acontece que ele era muito sem noção e não percebeu que eu não estava afim de papo. Sem nenhuma delicadeza me deu dois tapões no braço (odeio que me cutuquem gentilmente, quem dirá com brutalidade) e quando eu me virei ele perguntou se eu conhecia o Snoop Dog. Respondi que sim e, pra minha surpresa ele soltou essa: "He is my uncle". Na mesma hora tive vontade de perguntar se ele conhecia a Gisele Bundchen e dizer que ela era minha irmã. Como se não bastasse, perguntou se era parecido com o tal. Respondi que nem um pouco. Aí ele contou aquela parte da história que todo mentiroso conta, que não teve a oportunidade de conhecê-lo.
A viagem teve fim.

Decidi que não tô mais afim de andar de metrô e onibus. Evitarei ao máximo, inclusive au pair meeting, pois na maioria das vezes acontece no Missouri.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Cuide-se!

Sempre fui "magrela".
Perdi as contas de quantas vezes fui ao médico, nutricionista, quantas vitaminas, suplementos e remédios já tomei, quantos tratamentos fiz na esperança de ganhar uns quilinhos. Todas as tentativas foram um verdadeiro fracasso. Ganhar peso é muito mais difícil do que perder, já dizem os médicos.
Depois de muitos anos me aceitei como sou e gosto de ser assim. Que ótimo, pois por conta de alguns problemas que tenho no estômago, NÃO posso engordar muito.
Após 9 meses nos EUA, confesso que tem sido uma luta manter o peso.
Cozinhar não é minha praia. Aqui salada é cara e sanduíche é barato. Sem contar que salada é ruim e Big Mc uma delícia.
No Brasil comia coisas saudáveis, tenho sorte porque gosto de frutas, verduras, legumes e morro de nojo embutidos e muitos tipos de carne, mas desde que cheguei aqui tenho me alimentado muito mal.
O que me preocupa mais não é a minha aparência, e sim, minha saúde. Tenho até medo de fazer exames quando voltar, pois acredito que tudo esteja nas alturas (glicose, triglicérides, colesterol...). Doce que não fazia parte da minha alimentação diária, hoje é fundamental.
Conheço pessoas que tomaram remédio para manter o peso por aqui e outras que voltaram com muuuuuuitos quilos a mais. Portanto, se você é o tipo de pessoa que se preocupa com a balança, cuide-se!

Pederei a exclusividade

É isso mesmo!
Dia 24 de maio chega uma au pair brasileira aqui na base. Adorei a notícia! Não serei mais única au pair e única brasileira de Scott.
O host dela trabalha com a minha host.
Só preciso do contato da menina. Conversarei com as au pairs da CC e talvez, consiga conversar com ela antes do dia 24.
Apesar de ter conseguido cia quando estou prestes a ir embora, estou feliz.

Beijos

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Artigo sobre moda - Tetê Ferraz

Acabei de ler um artigo que minha amiga Tetê escreveu para uma revista e gostaria de compartilhar com vocês, afinal, fala sobre moda e grande parte das mulheres se interessam pelo assunto. A Tê é muito talentosa.
Aqui está o link pra quem quiser conferir: http://www.revistacronica.com.br/#/24

Beijos

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Americano ajuda

Admiro muito a cultura americana. E cada dia me surpreendo mais e mais aqui na Terra do Tio Sam.
Esses dias aprendi que quando uma pessoa passa por uma cirurgia, está doente, vai se mudar e manda os móveis antes de ir embora, as pessoas (amigos, vizinhos) cozinham e levam comida pra família dessas pessoas.
Achei isso tão educado, tão gentil! No Brasil as pessoas mal te visitam quando você está doente, alegando não gostarem de hospital (???).
Volto a repetir que esse é um país ótimo pra se viver. Só falta diversão...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

TPM me atrapalha...muuuuuuuuuuuuuuuuito

Olá meninas!
Tudo bom?
Tenho alguns novos posts pra fazer, mas a TPM não deixa. Perco totalmente a inspiração.
Talvez semana que vem...
Beijos

domingo, 4 de abril de 2010

Sephora


Ontem fui na Sephora e fiquei louca. Não posso entrar naquela loja que me dá ataque.
Comprei um "curvex" desse aí, testei e aprovei.
Pra quem gosta de maquiagem, fica aí a dica.

Beijos